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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Clima fica tenso na Câmara de Campos, RJ, após requerimentos sobre obras paradas.


Durou mais de duas horas uma discussão entre vereadores de oposição e situação na sessão da Câmara Municipal de Campos dos Goytacazes desta quarta-feira, dia 24. 

O clima esquentou depois que o vereador Fred Machado apresentou requerimentos solicitando informações sobre as obras paralisadas de uma Unidade Básica de Saúde (UBS) do Jardim Aeroporto e uma creche do bairro Fazendinha, na Penha. 

Foi uma votação muito disputada, e terminou empatada, 10 votos a favor e 10 contra. Porém o voto do presidente da Câmara, Dr. Edson Batista, desempatou e os requerimentos do vereador Fred Machado não foram aprovados. 

Situação.

Vereadores da base governista usaram a tribuna para enumerar os “feitos” da prefeita Rosinha Garotinho, mesmo em tempo de crise financeira nacional e estadual, acusando a oposição de fazer da Câmara um palanque pré-eleitoral. “Calma. Ainda faltam sete meses para as eleições. Vamos manter a serenidade e trabalhar juntos para o bem da população”, pediram Thiago Virgílio e Mauro Silva, em discursos distintos, porém semelhantes.

Paulo Hirano ressaltou que até o final de março serão inauguradas dez obras. “O governo Rosinha tem prioridades, sim. Tanto que nesse tempo todo de crise, a prefeita priorizou o servidor que está recebendo seu salário em dia. Irresponsável é a oposição afirmar que o governo não tem prioridades”.

Votaram contra as informações: Albertinho (Pros), Mauro Silva (PT do B), Thiago Virgílio (PTC), Auxiliadora Freitas (PHS), Ozéias (PTC), Kellinho (PR), Altamir Bárbara (PSB), Dona Penha (DEM), Cecília Ribeiro Gomes (PT do B), Paulo Hirano (PR) e Edson Batista (PTB).

Oposição.

O vereador Rafael Diniz lembrou que, além dos dois empréstimos, os cofres do município contam ainda com a arrecadação dos tributos. “Neste governo, falta prioridade”. 

Empréstimos feitos pelo governo Rosinha Garotinho.s

Oposição fala sobre empréstimos do governo. Foi um de R$ 300 milhões com o Banco do Brasil e outro de R$ 308 milhões com a Caixa Econômica Federal, ambos feitos para “dar andamento às obras, em razão da queda de arrecadação com os royalties,” segundo os vereadores: Marcão, Rafael Diniz, José Carlos e Dayvison Miranda.

Marcão disse ainda que, mesmo com mais de R$ 600 milhões em conta, obras como a do Mercado, a do camelódromo, escolas, creches e UBS estão paradas. 

Votos favoráveis: Rafael Diniz (PPS), Marcão (PT), Fred Machado (PPS), José Carlos (PSDC), Dayvison Miranda (PRB), Alexandre Tadeu (PRB), Abdu Neme (PR), Jorge Magal (PR), Gil Vianna (PSB) e Genásio (PSC).

Com informações do jornal Terceira Via e Blog do Bastos.

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