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Cabral é questionado durante debate e defende-se falando do governo do casal Garotinho

Reprodução-
Rio de Janeiro - Sérgio Cabral Filho (PMDB), Fernando Gabeira (PV), Fernando Peregrino (PR) e Jefferson Moura (PSOL) protagonizaram nesta quinta-feira o primeiro debate entre os candidatos ao governo do Rio de Janeiro. O evento, transmitido ao vivo pela Band Rio, foi marcado pelas críticas dos oposicionistas a Cabral, atual governador, que disputa a reeleição. Os principais temas discutidos foram transporte, segurança e saúde.

Líder das pesquisas de intenção de voto, o candidato do PMDB disse que os ataques dos adversários foram "ilações absolutamente irresponsáveis".

No primeiro bloco do confronto, que teve a mediação do jornalista Sérgio Costa, todos os concorrentes responderam à pergunta “por que quer ser governador do Rio?”.

Na segunda parte, em que os candidatos fizeram perguntas entre si, Peregrino questionou a opinião de Cabral sobre o fato de sua esposa, Adriana Ancelmo Cabral, trabalhar para duas concessionárias de serviços públicos.

O governador disse “lamentar” que o tema tenha sido citado no embate. “Minha mulher continuará advogada quando eu deixar o governo. É uma advogada respeitada", declarou, acrescentando que o adversário só está concorrendo ao governo do Estado porque o ex-governador fluminense Anthony Garotinho "foi impedido pela Ficha Limpa".

Ataques

Moura também criticou o candidato do PV, chamando-o de ex-Gabeira, pois, apesar de ter uma “história de lutas”, aceitou formar uma coligação com o ex-prefeito Cesar Maia (DEM), que concorre ao Senado pelo Rio.

Em sua fala, Gabeira criticou os problemas na área da saúde no Estado, afirmando que o governador “fingiu que não era com ele” a falta de médicos em alguns hospitais do Rio e os "inúmeros casos de corrupção” no setor.

As chuvas que atingiram a cidade de Angra dos Reis também foram usadas como ataque a Cabral. Gabeira lembrou a existência de um decreto em que o governador teria autorizado construções no local onde ocorreram os deslizamentos.

O candidato do PMDB afirmou que o documento “não tem vinculação com a tragédia”, pois foi firmado para regularizar Apas (Áreas de Proteção Ambiental) e que Gabeira quis “faturar” politicamente com o acontecimento, ao visitar o local após a tragédia.

Band

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