segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Estadão diz que Bolsonaro perdeu forças nas redes sociais e vê tag EstadaoFakeNews nos TTs.

Ola pessoal. Uma informação divulgada pelo Estadão ganhou repercussão rapidamente e divide opiniões, maioria contra o jornal. Basta ver como a hashtag #EstadaoFakeNews se tornou um dos assuntos mais comentados no Twitter nesta segunda-feira.
A criticada matéria do Estadão diz que os grupos nas redes sociais que apoiam Bolsonaro estão enfraquecidos. "Grupos pró-Bolsonaro perdem força nas redes sociais". O jornal diz que com o fim das eleições e o caso envolvendo o ex-assessor de filho do presidente, apoiadores ficam na defensiva. 

A resposta não demorou. Em pouco tempo, a rede social ficou repleta de comentários e o jornal Estadão tem sido duramente criticado pelos defensores de Bolsonaro, mostrando que o apoio ao presidente continua firme e forte. 

E pelo jeito, a tag #EstadaoFakeNews ainda vai dar o que falar. 

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Chacina deixa sete mortos no estado do Rio de Janeiro.

Notícia - Sete pessoas foram assassinadas na noite deste domingo (20) em Itaboraí, na região metropolitana do Rio de Janeiro. Entre as vítimas, estão seis homens, com idade entre 19 e 38 anos, e uma mulher de 46 anos.
De acordo com a Polícia Civil, as vítimas foram assassinadas no bairro da Marambaia, que fica no limite com o município de São Gonçalo.

As vítimas são Hercules de Souza Costa, de 21 anos, Michael Douglas da Silva Machado, de 25, Debora Rodrigues Baptista, de 46, Allan Patrick Pinto Vicente, de 21, Rodrigo Avelino Braga, de 38, e Renan Trigueiro de Almeida, de 20, e Gabriel Trigueiro de Oliveira, de 19 anos.

A investigação está a cargo da Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo. A perícia foi realizada no local e diligências estão em andamento para identificar a autoria do crime. As informações são da Agência Brasil.

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Mourão assume a Presidência da República pela 1ª vez.

Notícia - O presidente em exercício general Hamilton Mourão disse hoje (21) estar honrado por substituir Jair Bolsonaro na Presidência do país. Bolsonaro participa do Fórum Mundial Econômico, em Davos.

Pela primeira vez, o vice-presidente, general Hamilton Mourão, exercerá a Presidência da República. 

Morão ficará em exercício até a madrugada de sexta-feira (25), quando Bolsonaro retorna da sua primeira viagem internacional após a posse.

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domingo, 20 de janeiro de 2019

Homem mais velho do mundo morre aos 113 anos.

Notícias do Momento - Morre, aos 113 anos, o japonês Masazo Nonaka. Ele era considerado o homem mais velho do mundo com vida. Nonaka morreu neste domingo (20) enquanto dormia em sua casa.

Masazo Nonaka recebeu o recorde do Guinness por ser o homem mais velho do mundo no dia 10 de abril do ano passado. Ele nasceu em 25 de julho de 1905. Com informações do portal G1.

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sábado, 19 de janeiro de 2019

OMS lista as 10 principais ameaças para a saúde em 2019.

Notícia - Surtos de doenças preveníveis por vacinação, altas taxas de obesidade infantil e sedentarismo, além de impactos à saúde causados pela poluição, pelas mudanças climáticas e pelas crises humanitárias. Estes são alguns dos itens que integram a lista das 10 principais ameaças à saúde global em 2019, divulgada nesta semana pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
OMS lista as 10 principais ameaças para a saúde em 2019.
A entidade pretende colocar em prática um novo plano estratégico, com duração de cinco anos, com o objetivo de garantir que 1 bilhão de pessoas a mais se beneficiem do acesso à saúde e da cobertura universal de saúde; estejam protegidas de emergências de saúde; 1 bilhão desfrutem de melhor saúde e bem-estar.

De acordo com a OMS, são as seguintes as questões que vão demandar mais atenção da organização e de seus parceiros neste ano:

Poluição do ar e mudanças climáticas

A estimativa da Organização Mundial da Saúde é que nove em cada 10 pessoas respiram ar poluído todos os dias. Poluentes microscópicos podem penetrar nos sistemas respiratório e circulatório, danificando pulmões, coração e cérebro, o que resulta na morte prematura de 7 milhões de pessoas todos os anos por enfermidades como câncer, acidente vascular cerebral e doenças cardiovasculares e pulmonares.

Doenças crônicas não transmissíveis

Dados da entidade mostram que doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes, câncer e doenças cardiovasculares, são responsáveis por mais de 70% de todas as mortes no mundo – o equivalente a 41 milhões de pessoas. Isso inclui 15 milhões de pessoas que morrem prematuramente (entre 30 e 69 anos), sendo que mais de 85% dessas mortes prematuras ocorrem em países de baixa e média renda.

Pandemia de influenza

O mundo enfrentará outra pandemia de influenza – a única coisa que ainda não se sabe é quando chegará e o quão grave será. O alerta é da própria OMS, que diz monitorar constantemente a circulação dos vírus para detectar possíveis cepas pandêmicas.

Cenários de fragilidade e vulnerabilidade

A entidade destacou que mais de 1,6 bilhão de pessoas – 22% da população mundial – vivem em locais com crises prolongadas (uma combinação de fatores como seca, fome, conflitos e deslocamento populacional) e serviços de saúde mais frágeis. Nesses cenários, metade das principais metas de desenvolvimento sustentável, incluindo saúde infantil e materna, permanece não atendida.

Resistência antimicrobiana

A resistência antimicrobiana – capacidade de bactérias, parasitos, vírus e fungos resistirem a medicamentos como antibióticos e antivirais – ameaça, segundo a OMS, mandar a humanidade de volta a uma época em que não conseguia tratar facilmente infecções como pneumonia, tuberculose, gonorreia e salmonelose. “A incapacidade de prevenir infecções pode comprometer seriamente cirurgias e procedimentos como a quimioterapia”, alertou.

Ebola

No ano passado, a República Democrática do Congo passou por dois surtos de ebola, que se espalharam para cidades com mais de 1 milhão de pessoas. Uma das províncias afetadas também está em zona de conflito ativo. Em dezembro, representantes dos setores de saúde pública, saúde animal, transporte e turismo pediram à OMS e seus parceiros que considerem 2019 um "ano de ação sobre a preparação para emergências de saúde".

Atenção primária

Sistemas de saúde com atenção primária forte são classificados pela entidade como necessários para se alcançar a cobertura universal de saúde. No entanto, muitos países não têm instalações de atenção primária de saúde adequadas. Em outubro de 2018, todos os países-membro se comprometeram a renovar seu compromisso com a atenção primária de saúde, oficializado na declaração de Alma-Ata em 1978.

Vacinação

Segundo a OMS, a relutância ou a recusa para vacinar, apesar da disponibilidade da dose, ameaça reverter o progresso feito no combate a doenças evitáveis por imunização. O sarampo, por exemplo, teve aumento de 30% nos casos em todo o mundo. “[A vacina] é uma das formas mais custo-efetivas para evitar doenças – atualmente, previnem-se cerca de 2 milhões a 3 milhões de mortes por ano", diz a OMS. Além disso, 1,5 milhão de mortes poderiam ser evitadas se a cobertura global de vacinação tivesse maior alcance.

Dengue

Um grande número de casos de dengue é comumente registrado durante estações chuvosas de países como Bangladesh e Índia. Dados da OMS mostram que, atualmente, os casos vêm aumentando significativamente e que a doença já se espalha para países menos tropicais e mais temperados, como o Nepal. A estimativa é que 40% de todo o mundo esteja em risco de contrair o vírus – cerca de 390 milhões de infecções por ano.

HIV

De acordo com a entidade, apesar dos progressos, a epidemia de Aids continua a se alastrar pelo mundo, com quase 1 milhão de pessoas morrendo por HIV/aids a cada ano. Desde o início, mais de 70 milhões de pessoas adquiriram a infecção e cerca de 35 milhões morreram. Atualmente, cerca de 37 milhões vivem com HIV no mundo. Um grupo cada vez mais afetado são as adolescentes e as mulheres jovens (entre 15 e 24 anos), que representam uma em cada quatro infecções por HIV na África Subsaariana.