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Correr Depois dos 50 É um Despertar (E Nem Sempre Confortável)

Assisti recentemente ao filme Tempo de Despertar e fiquei com aquela sensação incômoda boa — a de quem não termina igual começou. Não é um filme fácil, nem feito para agradar. E talvez seja exatamente por isso que ele dialoga tão bem com quem decidiu correr depois dos 50. O filme não fala sobre milagres. Fala sobre consciência. E isso muda tudo. Despertar não é melhorar o pace No filme, pacientes que passaram anos “adormecidos” despertam graças a um tratamento experimental. Mas o despertar não é uma vitória simples. Quando eles acordam, percebem o tempo perdido, o mundo que seguiu sem eles, as escolhas que não puderam fazer. Na corrida, acontece algo parecido. Muita gente começa a correr depois dos 50 não porque quer medalha, mas porque acordou. Acordou para o corpo, para a saúde, para o tempo que não volta. E esse despertar dói um pouco. A gente percebe que poderia ter começado antes. Que negligenciou sinais. Que adiou demais. E tudo bem. Despertar nunca é confortável. Correr é um ato...

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