Os "casamentos políticos" do rei Salomão e suas consequências.

(Rei Salomão/Reprodução Ilustrativa)
Depois que o rei Davi morreu, Salomão iniciou uma jornada de empreendimentos. O primeiro grande empreendimento foi a construção do "Templo" -- a "Casa do Deus de Israel". Um projeto que foi idealizado por seu pai. A construção desse templo alavancou o desenvolvimento. Salomão foi um grande articulador, sua principal estratégia tinha base em "casamentos políticos". Essas alianças contribuíram ainda mais para expansão do Reino de Israel.  

O rei Salomão teve 700 mulheres e 300 concubinas, conforme relata o livro de 1 Reis 11:3, esses "casamentos políticos" eram consolidados através da amizade de Salomão com outros reis e com isso a sabedoria do rei se espalhava rapidamente entre os povos. Essa visão macro do ponto de vista econômico fez de Israel uma "potência", mas essas "esposas" traziam religiões diferentes, religiões idolatras, e o envolvimento de Salomão com as mulheres acabou levando-o a sacrificar para o deus "Moloch". Também conhecido como Malcã. Os amonitas sacrificavam seus recém-nascidos, jogando-os em uma fogueira.

Esse comprometimento de Salomão teve como consequência a divisão do reino -- que aconteceu aproximadamente em 930 a.C.  O Reino do Sul, ficou conhecido como Reino de Judá, e ficou com duas tribos.  Já  o Reino do Norte, também conhecido como Reino de Israel,  ficou com dez tribos. 

Saiba como a idolatria se tornou popular no mundo.

Roboão governou o Reino do Sul. Jeroboão ficou governando o Norte. E a cidade de Jerusalém, antes capital do Reino Unido, onde Salomão construiu o Templo, ficou com o Reino do Sul. O que gerou vários transtornos, uma vez que, Jeroboão não queria seu povo frequentando o Reino do Sul.  Iniciando assim um impasse que ainda não terminou. (Por: Washington Luiz - Teólogo e Jornalista).

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