Bolsonaro apela para que caminhoneiros não façam greve

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O presidente Jair Bolsonaro apelou hoje (27) aos caminhoneiros para que não façam greve. "Reconhecemos o valor dos caminhoneiros para a economia do Brasil. Apelamos para eles que não façam greve porque todos nós vamos perder, todos, sem exceção. Agora, a solução não é fácil, estamos buscando uma maneira de não ter mais este reajuste", disse, após reunião no Ministério da Economia. Ontem (26), a Petrobras reajustou o preço médio do diesel nas refinarias em 4,4% e há especulações sobre uma greve de caminhoneiros que aconteceria na próxima segunda-feira (1º). “A Petrobras segue uma planilha, tem a ver com preço do petróleo lá fora, tem a ver com variação do dólar. Ontem foi boa notícia, o dólar baixou R$ 0,20. Estamos estudando medidas, agora, não tenho como dar uma resposta de como diminuir impacto, que, na verdade, foram nove centavos no preço do diesel”, disse, ressaltando que não interfere na política de preços da empresa. De acordo com o presidente, está em estudo a diminui

Caso Bernardo Boldrini: Midazolam pode ser fatal.

Caso Bernardo Boldrini - Medicamento encontrado no corpo de Bernardo é um sedativo muito potente, que requer a aplicação por um anestesista e o acompanhamento para evitar complicações, pois "deprime a respiração", ou seja, diminui a capacidade do paciente de respirar, explicou o médico Luiz Fernando Menezes, gestor de anestesia do Hospital Mãe de Deus, de Porto Alegre. Isso quer dizer que o medicamento Midazolam pode ser fatal se não for usado da maneira correta, de acordo com informações divulgadas nesta terça, 29, pelo portal de notícias da Globo (G1).

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"Em geral, [o Midazolam] funciona como agente indutor, induz a anestesia geral, tira a consciência do paciente em doses mais elevadas. Dependendo da dose, também deprime a capacidade respiratória. Pode levar à morte se o paciente não for assistido. O ideal é que seja aplicado por médicos treinados para sedação, no caso um anestesista", diz o especialista. Atenção!O médico ouvido pelo G1 em nenhum momento se manifestou sobre o crime, apenas em relação aos efeitos do medicamento.


Bernardo Boldrini não foi enterrado vivo, mostra laudo.

A presença de Midazolam foi detectada no corpo de Bernardo pelo Instituto-Geral de Perícias, conforme divulgou na tarde desta terça-feira (29) a Polícia Civil. A investigação, no entanto, ainda não confirma se a substância foi usada na injeção letal apontada como causa da morte até o momento. 

Relembre o caso - O menino Bernardo Boldrini, de 11 anos,  foi encontrado morto no dia 14, enterrado em um matagal em Frederico Westphalen, no noroeste do estado, a cerca de 80 km de Três Passos, onde morava com a família. Ele estava desaparecido desde 4 de abril. A investigação da Polícia Civil aponta que a enfermeira Graciele Boldrini, madrasta do garoto, é suspeita de cometer o crime, junto com a assistente social Edelvania Wirganovicz e o pai do garoto, o médico Leandro Boldrini

Fonte: G1 | Foto: Reprodução/RBS TV.

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