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Eduardo Cunha afirma que não pensa em renúncia.

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), sinalizou nessa sexta-feira, dia 24, que não tem intenção de renunciar ao cargo mesmo se for denunciado por envolvimento na Operação Lava Jato.

Em entrevista ao jornal "Folha de S. Paulo", Cunha descartou deixar a Casa depois de ser acusado por Júlio Camargo, consultor da Toyo Setal e delator, de cobrar propina de US$ 5 milhões em um contrato de sonda da Petrobras.  "A eventual denúncia, se ocorrer, terá de ser apreciada pelo plenário do STF. Não cogito qualquer afastamento", afirmou ele, que nega a acusação.

Por ser tratar de uma denúncia contra o presidente da Câmara, o caso deve ser analisado pelos 11 ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).


O Planalto tem esperança que a denúncia seja realmente analisada pelo STF e que breque as movimentações do peemedebista, que desde fevereiro deste ano, quando foi eleito para o posto, vem articulando derrotas significativas contra o governo federal. Ele, no entanto, ironiza a torcida pela renúncia. "Se o Planalto tivesse força para fazer alguém, o presidente teria sido Arlindo Chinaglia e não eu", declarou à publicação sobre o candidato do PT-SP apoiado pelo governo que foi derrotado por ele no comando da Casa. 

Auxiliares da presidente observam as atitudes de Cunha com cautela, já que acreditam que ele usará o recesso parlamentar de julho para buscar novos aliados.

Fonte: Portal da Band

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