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Fazenda conclui etapa de projeto que busca simplificar o PIS

Economia - O Ministério da Fazenda afirmou em comunicado que encaminhou nesta segunda-feira (7) à Casa Civil o projeto de lei que propõe a simplificação da contribuição para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep). A informação foi divulgada pelo portal G1.

A reforma do PIS, juntamente com as mudanças que o governo defende para a Cofins e o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) – tributo estadual - é considerada uma agenda a ser implementada após o ajuste fiscal, para melhorar a capacidade de crescimento da economia. O projeto do governo propõe simplificar a cobrança do tributo pela criação do crédito ampliado. Pela proposta, todas as aquisições da empresa que já tenham o PIS embutido gerarão crédito, que poderá ser abatido. Tudo o que a empresa comprar para produção ou consumo - conta de luz, material de escritório -, será descontado do tributo a ser pago.

Segundo a Fazenda, o cálculo da contribuição também ficará mais fácil e todos os créditos que podem ser deduzidos virão destacados na Nota Fiscal Eletrônica. O objetivo, afirmou o ministério por nota, é eliminar a atual complexidade do tributo. "Entre as dificuldades verificadas, destacam-se as excessivas limitações ao direito de apuração de créditos, a coexistência com a incidência cumulativa da contribuição, a assimetria concorrencial, a proliferação de desonerações casuísticas e uma enorme quantidade de regimes especiais de tributação", diz a Fazenda.

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No novo PIS, todos os setores estarão no regime não cumulativo e deverão se beneficiar de uma base muito mais ampla de créditos, segundo o governo. Para garantir a neutralidade da carga fiscal, o novo PIS vai ter três alíquotas (modal, intermediária e reduzida). Os recursos provenientes da arrecadação do PIS são destinados ao custeio do seguro-desemprego e do abono salarial do trabalhador que recebe até dois salários mínimos por mês.

Fonte: G1

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