🧰 Ferramentas e Guias para Corredores

📊 Calculadora de Pace

Descubra seu ritmo ideal de corrida e ajuste seus treinos com mais precisão.

Calcular meu pace →
🔥 Calculadora de Calorias

Veja quantas calorias você gasta correndo e entenda melhor seu desempenho.

Calcular calorias →
🥗 Nutrição para Corredores

Aprenda o que comer antes e depois da corrida para melhorar seus resultados.

Ver guia →
🏃 Dicas de Corrida

Melhore sua corrida com orientações práticas e fáceis de aplicar.

Ver dicas →

Irã considera "ilegítimas" as novas sanções dos Estados Unidos.

O Irã considerou hoje "ilegítimas" as novas sanções dos Estados Unidos da América (EUA) a Teerã, devido a seu programa de mísseis.

"São ilegítimas porque o programa balístico do Irã não é conhecido por ter a capacidade de transportar cabeças nucleares", afirmou o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Hossein Jaber Ansari, citado pela agência noticiosa Isna.

O Irã vai "responder a esses atos de propaganda acelerando o seu programa balístico legal e aumentando as suas capacidades de defesa", acrescentou o porta-voz.

Os EUA anunciaram as novas sanções ontem (17), um dia depois de ter começado a ser aplicado o acordo nuclear alcançado entre o Irã e as grandes potências mundiais.

No sábado, os EUA, a União Europeia e o Conselho de Segurança das Nações Unidas suspenderam todas as sanções que aplicavam ao Irã devido ao seu programa nuclear.

"O programa de mísseis balísticos do Irã representa uma ameaça significativa para a segurança regional e global e vai continuar a ser objeto de sanções internacionais", justificou Adam J. Szubin, subsecretário para o Terrorismo e Inteligência financeira dos EUA, num comunicado divulgado nesse domingo.

Devido às novas sanções, cinco cidadãos iranianos e uma rede de empresas com sede nos Emirados Árabes Unidos e na China foram incluídos na lista de suspeitos norte-americana, informou, em comunicado, o Departamento do Tesouro, acusando-os de trabalharem na aquisição de componentes para mísseis iranianos.

Fonte: Agência Brasil.

Comentários