Bolsonarista que mandou funcionárias filmarem voto terá que pagar R$ 150 mil

Empresário que mandou funcionárias colocarem “o celular no sutiã” para filmarem o voto na urna eletrônica durante as eleições assinou um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) com o Ministério Público do Trabalho (MPT-BA).

Adelar Eloi Lutz, empresário do setor do agronegócio, queria que as funcionárias comprovassem que votaram conforme imposição dele.

O acordo, assinado na terça-feira (25), prevê que o homem faça uma retratação pública, reforçando o direito de liberdade de voto, além do pagamento de indenização por danos morais coletivos no valor de R$ 150 mil. O dinheiro deverá ser depositado em até 30 dias na conta do Fundo de Promoção do Trabalho Decente (Funtrad).

Conforme o órgão, os recursos serão destinados para projetos que fortalecem o trabalho digno na própria região onde Adelar Eloi tem diversas propriedades de grande porte. Ele é do município de Formosa do Rio Preto. 

(Com informações do G1)

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