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Mostrando postagens de agosto 5, 2020

Baixa inflação permitiu corte nos juros, avaliam entidades.

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A redução da taxa Selic (juros básicos da economia) para 2% ao ano era esperada e resulta da baixa inflação, que está abaixo do nível mínimo da meta (2,5%) no acumulado de 12 meses. Essa é a avaliação de entidades do setor produtivo, que consideram positivo o corte de 0,25 ponto percentual anunciado hoje (5) pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. Em nota, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) informou que a manutenção da inflação em níveis baixos permite que o Copom continue a cortar os juros nas próximas reuniões para estimular o consumo e o investimento em meio e conter os impactos da crise econômica provocada pela pandemia do novo coronavírus. “A continuidade do afrouxamento monetário deve contribuir para a queda no custo do crédito. Neste momento, de intensa necessidade de financiamento por parte das empresas, para a manutenção dos empregos e para o pagamento de despesas fixas, o crédito pode ser determinante entre uma empresa abrir ou fechar suas

Dólar fecha em leve alta em dia de reunião do Copom.

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No dia em que o Banco Central reduziu a taxa Selic (juros básicos da economia) para 2% ao ano, a moeda norte-americana fechou em leve alta. O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (5) vendido a R$ 5,294, com valorização de R$ 0,01 (+0,18%). A cotação oscilou bastante. A divisa operou em baixa durante a manhã, chegando a cair para R$ 5,23 na mínima do dia, por volta das 9h30. Em seguida, o movimento reverteu-se. Na máxima do dia, por volta das 14h30, o dólar chegou a R$ 5,31. Juros As sucessivas quedas no juro básico da economia pressionam a cotação, uma vez que diminuem o retorno da renda fixa doméstica e deixaram o Brasil em desvantagem em termos de rendimento em relação a outros países emergentes. Dados do Banco Central mostraram mais cedo que o Brasil registrou forte saída de recursos em julho, com fluxo cambial negativo em quase US$ 3,3 bilhões, o pior para o mês em cinco anos. A fuga foi puxada por nova debandada de capital da conta financeira --por onde passam f

Não se iluda.

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Opinião : Iludindo incautos, enganando neófitos, aniquilando adversários e conquistando aliados, justamente, desse jeito, que funciona boa parte da política que movimenta o Brasil. Não se iluda .   Por que não tirar proveito de uma situação desfavorável? Como manter um discuso antagônico ao preconizado pelas autoridades sanitárias quando o mundo enfrenta uma pandemia de coronavírus? A resposta, a curto prazo, é muito fácil: sendo oportunista. Pelo jeito, o pensamento do presidente Jair Bolsonaro não mudou em relação a uma doença que já matou mais de 96 mil brasileiros, mas uma coisa ele está fazendo muito bem. Aproveitando a concessão do Auxílio Emergencial (o qual ele não era muito favorável) para se aproximar dos mais vulneráveis economicamente - potenciais eleitores satisfeitos com o auxílio financeiro. Embora Bolsonaro  já disse, recentemente, que "não dá pra continuar muito" o pagamento do benefício por causa do alto custo dele.  Será que já dá para reto