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PMERJ diz que policial confessou que houve estupro no Jacarezinho.


Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) instaurou um IPM (Inquérito Policial Militar) para investigar os policiais militares da UPP do Jacarezinho acusados de estupro coletivo.

Segundo a Corregedoria da Polícia Militar, há um prazo legal de quarenta dias para que a investigação seja concluída. Os policiais militares envolvidos no caso podem ser expulsos da corporação. Os quatro policiais presos são: Gabriel Machado Mantuano, Renato Ferreira Leite, Wellington de Castro Costa Fonseca e Anderson Farias da Silva. Eles têm menos de três anos de corporação.  

De acordo com a PMERJ, logo depois que o crime aconteceu as vítimas procuraram a Polícia Civil, que começou a investigar o caso. Sessenta e sete policiais militares da UPP do Jacarezinho participaram da seção de reconhecimento. Os quatro PMs foram reconhecidos.
"Um dos policiais confessou que houve o crime. Ele confessa que estava no local, que presenciou que alguns dos policiais teriam cometido o crime, mas que ele propriamente não participou", disse o coronel Sidney Camargo em entrevista ao canal Globo News. O corregedor da PMERJ informou ainda que "a partir do momento que a unidade teve conhecimento dos fatos, o comandante da unidade determinou que os policiais permanecessem e posteriormente foram levados até a delegacia onde foi feito o reconhecimento e esses quatro foram reconhecidos." 

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Sobre as investigações, o coronel disse: "a gente só tem a denúncia e a confissão desse policial e as investigações irão prosseguir tanto pelo lado da Polícia Civil como da Polícia Militar". Camargo disse ainda que a PMERJ entende que o fato é gravíssimo e causou grande indignação a todos os policiais militares. 

Com informações da Globo News.

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