Por que continuo correndo mesmo sem medalha?

Teve um tempo em que eu achava que correr só fazia sentido se tivesse recompensa no final.

Uma medalha. Um pódio. Um aplauso. Nem que fosse virtual.

Com o tempo — e com os anos passando — entendi que essa conta não fechava.

A maioria das nossas corridas não termina em nada visível.

Você sai cedo, treina sozinho, volta suado… e a vida segue como se nada tivesse acontecido.

Nenhum “parabéns”. Nenhuma validação. Nenhuma linha de chegada simbólica.

E mesmo assim, a gente continua.

Não porque é fácil.

Mas porque parar cobra um preço maior.

Depois dos 50, a corrida muda de significado.

Ela deixa de ser disputa e vira acordo.

Um acordo silencioso com o corpo. Com o tempo. Com a própria lucidez.

Correr passa a ser menos sobre chegar e mais sobre não se abandonar no caminho.

Foi refletindo sobre isso — em treinos comuns, dias sem brilho e fases de espera da vida — que nasceu uma pergunta incômoda, mas honesta:

Por que continuo correndo mesmo sem medalha?

Essa pergunta virou um e-book.

Não um manual. Não um guia técnico.

Mas uma sequência de ensaios curtos sobre constância, espera e dignidade — na corrida e na vida.

  • Não falo de pace.
  • Falo de permanecer.
  • Não falo de superação heroica.
  • Falo do passo possível.

Cito filósofos como Confúcio, Aristóteles, Platão, Jung e Sócrates não para parecer erudito, mas porque eles ajudam a nomear coisas que o corpo já sabe, mas a cabeça ainda resiste em aceitar.

Este livro é para quem:

  • corre sem patrocínio
  • não coleciona medalhas
  • vive fases de espera
  • e entende que continuar, às vezes, é o maior ato de coragem

Se você procura motivação barulhenta, talvez ele não seja para você.

Mas se procura sentido, talvez caminhe ao seu lado.

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Leia no seu ritmo.

Sem promessa de chegada.

Sem aplauso no final.

Mas com algo raro hoje em dia: verdade.