TSE suspende consequências para quem não votou nas eleições de 2020

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 O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, assinou ontem (21) uma resolução suspendendo as consequências legais para quem não votou nas eleições municipais de 2020 e não justificou ou pagou a multa. Entre suas justificativas, a medida considera “que a persistência e o agravamento da pandemia da Covid-19 no país impõem aos eleitores que não compareceram à votação nas Eleições 2020, sobretudo àqueles em situação de maior vulnerabilidade, obstáculos para realizarem a justificativa eleitoral”. O texto da resolução sobre o assunto considera ainda a “dificuldade de obtenção de documentação comprobatória do impedimento para votar no caso de ausência às urnas por sintomas da covid-19”. A norma não estipula prazo para a suspensão das sanções para quem não votou e não justificou ou pagou multa. A medida ficará vigente ao menos até que o plenário do TSE vote se aprova ou não a resolução assinada por Barroso. Isso não deve acontecer antes de fevereiro, devido ao rece

IMUNIZAR OS ESTUDANTES E OS PAIS É EFICAZ DIZ ESTUDO



Vacinar estudantes e seus pais é a forma mais eficaz, do ponto de vista médico e econômico, de limitar o contágio das gripes sazonal e suína, segundo um modelo matemático desenvolvido por pesquisadores americanos.

Os pesquisadores compararam uma epidemia teórica simulada por computador com as pandemias de 1918 - cerca de 60 milhões de mortes - e 1957 - 4 milhões de mortes. A gripe espanhola de 1918 era muito perigosa para adultos jovens, enquanto a gripe asiática, de 1957, afetava principalmente crianças pequenas e idosos.

Concluíram que o alastramento de uma epidemia de gripe poderia ser contido pela distribuição de apenas 63 milhões de doses de vacinas. Os Estados Unidos utilizam anualmente cerca de 85 milhões de doses de vacina contra a gripe sazonal.

Na nova estratégia, teriam prioridade crianças e jovens em idade escolar - de 5 a 19 anos -, responsáveis pela maior parte do contágio, e os adultos de 30 a 39 anos, com frequência infectados pelos filhos.

Para os autores, a estratégia de vacinação proposta permitiria proteger melhor o resto da população, inclusive os grupos mais vulneráveis - grávidas, idosos e crianças pequenas. fonte:Estadão

INFECTOLOGISTA BRASILEIRA PONDERA

"Ao vacinar prioritariamente crianças pequenas e idosos, não queremos diminuir as taxas de infecção", pondera a pesquisadora. "Desejamos diminuir a letalidade da doença. São os grupos em que aparecem complicações mais sérias." Nancy Bellei

Uma observação:

Agora particularmente na minha ignorância sobre o assunto fico pensando se eu diminuo as taxas de infecção, será que não vou diminuir as mortes causadas pela moléstia...

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