Bolsonaro diz que insumos da CoronaVac chegarão nos próximos dias

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O presidente Jair Bolsonaro afirmou, na tarde desta segunda-feira (25), que os insumos necessários para a fabricação da vacina CoronaVac estão próximos da liberação pela China e devem chegar ao Brasil "nos próximos dias". A informação, segundo o presidente, foi repassada pela Embaixada do país asiático.  Além dos insumos da CoronaVac, o presidente disse que os ingredientes farmacêuticos ativos (IFA) da outra vacina em uso no Brasil, a produzida pela AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford, também estão com trâmite acelerado para que possam ser enviados da China.  Com a chegada da matéria-prima das duas vacinas, tanto o Instituto Butantan quanto a Fundação Oswaldo Cruz poderão produzir, envasar e rotular milhões de doses da CoronaVac e do imunizante da AstraZeneca.   Também pelas redes sociais, o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, compartilhou a publicação de Bolsonaro e destacou que o seu país continuará a ajudar o Brasil no combate à pandemia. Nos últi

Empresários brasileiros vão investir mais de US$ 7 bilhões no Peru



Internacionalização da indústria brasileira levou mais de 100 empresários brasileiros a participarem em Lima, da criação do Conselho Empresarial Brasil-Peru (CEBP), que tem como objetivo ampliar a relação de negócios entre as duas nações.

Durante a cerimônia, que aconteceu no encerramento do Seminário “Interoceânica: uma nova integração entre Brasil e Peru”, o presidente da Fiesp e do Ciesp, Paulo Skaf, ao lado dos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Alan García, ressaltou as diversas missões empresariais feitas entre os dois países nos últimos anos.

As relações entre Peru e a Fiesp se iniciaram em 2006, com a visita do presidente peruano e de 250 empresas daquele país à entidade. De lá para cá, a corrente de comércio saiu de US$ 2,3 bilhões para US$ 3,3 bilhões, o que representou um aumento de 43,4%.

Ao mesmo tempo, os investimentos brasileiros naquele país saltaram de US$ 30 milhões, há dois anos, para entrar na casa dos bilhões de dólares neste ano. “Os aportes das empresas brasileiras no Peru vão passar de US$ 7 bilhões, de 2008 a 2012, e vão representar a geração de mais de 30 mil empregos”, afirmou Skaf.

Questionado por jornalistas brasileiros se a opção dos empresários de investir no Peru não tira empregos de nosso próprio país, o presidente da Fiesp reiterou: “Nós não investimos no Peru por caridade, mas porque é um bom negócio tanto para nós quanto para a região, e que gera empregos para ambos os lados”, disse.

O líder empresarial reforçou, ainda, que tudo isso faz parte do processo de internacionalização das empresas brasileiras e da liderança do Brasil na América do Sul, que vem acontecendo de forma integradora e não predatória.

Os números foram anunciados durante a primeira reunião do Conselho que, do lado do Brasil, é presidido pela Fiesp e conta com os seguintes grupos: Ambev, Braskem, OAS, CSN, Embraer, Andrade Gutierrez, Gerdau, Queiroz Galvão, Odebrecht, Petrobras, TAM, Vale e Votorantim Metais.

Pelo Peru, a presidência é do empresário Mario Brescia Caferatta e participam: Cámara Binacional de Comercio Integración Perú-Brasil (Capebras), SiderPeru, Grupo Brescia, Buenaventura, Graña y Montero, Petrobras Perú, Tacama e Grupo Brasil.

Edição: Washington Luiz / Fonte: CIESP

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