TSE suspende consequências para quem não votou nas eleições de 2020

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 O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, assinou ontem (21) uma resolução suspendendo as consequências legais para quem não votou nas eleições municipais de 2020 e não justificou ou pagou a multa. Entre suas justificativas, a medida considera “que a persistência e o agravamento da pandemia da Covid-19 no país impõem aos eleitores que não compareceram à votação nas Eleições 2020, sobretudo àqueles em situação de maior vulnerabilidade, obstáculos para realizarem a justificativa eleitoral”. O texto da resolução sobre o assunto considera ainda a “dificuldade de obtenção de documentação comprobatória do impedimento para votar no caso de ausência às urnas por sintomas da covid-19”. A norma não estipula prazo para a suspensão das sanções para quem não votou e não justificou ou pagou multa. A medida ficará vigente ao menos até que o plenário do TSE vote se aprova ou não a resolução assinada por Barroso. Isso não deve acontecer antes de fevereiro, devido ao rece

GNV em Campos dos Goytacazes



Variação do GNV nos Estados:



E o absurdo não é a variação entre os Estado e sim entre as cidades do mesmo Estado.
Variação no Preço entre a cidade do Rio de Janeiro e a cidade de Campos dos Goytacazes:



O nosso amigo Dayvison Miranda nos mandou uma foto que comprova isso:




Será que ainda vale a pena ter carro com GNV hoje em dia aqui em Campos?
Pois com preços bem mais altos, muitos ficam em dúvida.


Comentários

  1. CASOS DE DENGUE NO BRASIL CRESCEM MAIS DE 100% NOS ÚLTIMOS DOIS MESES, MAS MEDICAMENTO HOMEOPÁTICO AINDA É POUCO UTILIZADO

    O aumento vertiginoso de notificações de dengue no Brasil e a tendência de aumento de novos casos até o mês de maio, quando termina o “período sazonal”, é motivo para preocupação.

    Enquanto continua o desafio de eliminar a epidemia da dengue no Brasil, o total de infectados em todo o país chega a mais de 108 mi casos, e promete crescer ainda mais. Apesar disso, um medicamento homeopático indicado para o tratamento dos sintomas da dengue, registrado pela Anvisa e já disponível no mercado, ainda é pouco conhecido e utilizado pela população exposta ao mosquito, e também não é utilizado pela autoridades sanitárias.
    Trata-se do Proden, indicado para o tratamento dos sintomas da doença, como cansaço, desânimo, indisposição, dor de cabeça, dor muscular, náuseas, inapetência, febres e calafrios, dor abdominal e dor retro-ocular. Mas as pesquisas feitas com o medicamento também mostraram que o medicamento, além de tratar os sintomas da dengue, também atua na prevenção, reduzindo o índice de contaminação em 73% dos casos e diminuindo o tempo de recuperação do paciente, além de tratar da sintomatologia, inclusive as complicações hemorrágicas.

    O pesquisador explica que “talvez a característica mais importante do medicamento, além de abreviar o tratamento dos sintomas, seja proteger as pessoas que o tomam de contrair a forma hemorrágica e mais violenta e fatal da doença, pois geralmente as pessoas expostas ao mosquito, em alguns anos, adquirem a doença mais de uma vez e vão evoluindo com a doença em seus organismos e é comum, num certo momento, apresentarem a forma hemorrágica e fatal”.

    Mas parece que isso não interessa aos nossos governantes.

    O medicamento tem em sua fórmula 3 ativos homeopáticos. Um dos ativos naturais da fórmula é o Eupatorium perfoliatum, uma planta medicinal que, usada homeopaticamente, tem comprovada ação analgésica sobre as dores no corpo. Por sua vez, o Phosphorus, um mineral, elemento da natureza, que também compõe a formulação, ajuda a proteger as funções hepáticas comprometidas pela ação do vírus da dengue, reduzindo também as náuseas e vômitos. Já o ativo Crotalus horridus, medicamento homeopático preparado a partir do veneno da cascavel, tem sua ação homeopática nos mecanismos de coagulação sanguínea, com excelentes resultados na dengue hemorrágica.

    Segundo o pesquisador e médico homeopata Dr. Renan Marino, “ medicamentos homeopáticos já foram utilizados em grandes endemias mundiais, como na grande epidemia de cólera entre 1830 e 1834, na epidemia de escarlatina, na gripe espanhola (1919), na gripe asiática (1957), na gastroenterite epidêmica em Minas Gerais (1960), como profilático contra a meningite meningocócica em Guaratinguetá (1974), e, mais recentemente, em estudos realizados com sucesso em Cuba (2003), e nos últimos três anos nas cidades de São José do Rio Preto e Macaé, em que os pesquisadores obtiveram excelentes resultados e confirmaram grandes benefícios do medicamento na ação terapêutica da dengue.

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