Caso Isabela Nardoni: Considerações finais


Os réus, Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá foram considerados culpados. O júri condenou o casal, que foi responsabilizado por asfixiar e jogar pela janela do sexto andar do edifício London, na zona norte de São Paulo, a menina Isabella Nardoni, que veio a falecer na ocasião com cinco anos.

À 0h17, o juiz Maurício Fossen retomou a sessão agradecendo a participação do promotor, da defesa do casal, dos jurados e de todas as pessoas presentes no júri. Em seguida, ele falou brevemente sobre a importância do tribunal do júri.

Na sequência, Fossen deu início a leitura dos autos da sentença. Alexandre Nardoni foi condenado a 31 anos, um mês e dez dias de prisão a ser cumprido em regime fechado. Anna Carolina Jatobá recebeu pena de 26 anos e oito meses de reclusão a ser cumprida inicialmente em regime fechado. Ambos por homicídio doloso triplamente qualificado. A pena dos dois foi acrescida de mais oito meses por crime de fraude processual (alteraram a cena do crime), que eles poderão responder em regime semiaberto. Foi negado aos dois o direito de recorrer da sentença em liberdade.

A pena de Nardoni foi maior que a de Jatobá porque o crime que ele cometeu, segundo a Justiça, foi contra um, descendente (no caso, a filha).

A decisão foi aclamada pelo público em frente ao Fórum de Santana, que chegou a soltar rojões em comemoração à condenação do casal.

Edição e comentários: Washington Luiz / Fonte: R7

Comentários

  1. Enfim, JUSTIÇA! Fiquemos de olho, pois em breve vão querer colocá-los de volta nas ruas.

    Gostaria que alguém se interessasse pelo assassinato da irmã professora Zelândia Laviola, na madrugada do dia 23 de abril de 1999 (11 anos), Coronel Fabriciano, MG, e que até hoje seu ex-marido não foi a juri, embora, tenham marcado um há dois anos. Depois disto nada! Gostaria que o responsável por este blog e quem sabe por outros, entre em contato conosco. Temos necessidade de justiça. Ele contratou um pistoleiro que veio a suicidar ano passado. O avogado dele é considerado um ás para defender assassinos de toda espécie… que não perde um caso!

    Éramos 15 (quinze) irmãos, todos vivos! Ela a caçula! A primeira a morrer!

    Atenciosamente!

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  2. Casos como o da pequena Isabella precisam ser revistos. Não tem como por na rua esses dois psicopatas. Prisão perpétua é muito pouco. Não há um dia se quer, em que eu me lembro da pequena Isabella, e lágrimas caem de meus olhos. É uma mistura de odio e de tristeza. Faço um apelo a justiça brasileira, não coloquem estes monstros na rua.

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