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Assessor da Secretaria Executiva da Casa Civil pede demissão

Reprodução-
Suspeito de integrar um esquema de tráfico de influência para beneficiar empresas em contratos com o governo federal, o assessor da Secretaria Executiva da Casa Civil Vinícius de Oliveira Castro pediu demissão ontem, após a divulgação da denúncia pela revista Veja. Apostando na ministra, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu manter Erenice Guerra no cargo com a condição de que ela apresente respostas e provas “o mais rápido possível”.

O assessor que se demitiu é filho de Sônia Castro, sócia do filho da ministra Erenice na empresa Capital Assessoria e Consultoria. De acordo com a reportagem de Veja, a firma teria atuado na intermediação de negócios entre uma empresas aérea e o governo. Segundo a reportagem, Israel Guerra, filho da ministra, intermediou contratos no valor de R$ 84 milhões entre a empresa e os Correios. Pelo serviço, Israel teria levado R$ 5 milhões, com suposta influência da ministra. Na ocasião, a Casa Civil era chefiada pela candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, e Erenice ocupava o posto de secretária executiva, atuando como principal auxiliar de Dilma.

Ontem, a Comissão de Ética Pública da Presidência da República decidiu abrir procedimento preliminar para apurar a conduta da ministra. O conselheiro Fabio Coutinho foi escolhido para analisar a documentação enviada pela própria ministra ao presidente da Comissão, José Paulo Sepúlveda Pertence. No documento, Erenice diz que, se necessário, abre mão dos seus sigilos bancário, telefônico e fiscal, e também dos dados de seu filho Israel Guerra.

Coutinho, porém, disse que o procedimento seria aberto mesmo sem o pedido da ministra.

– Acredito que sim (que a investigação preliminar seria aberta, mesmo sem o pedido). Eu acredito que houve uma coincidência.

De acordo com o conselheiro, em até 10 dias ele deve apresentar um relatório no qual indicará se há indício de falta ética por parte da ministra. E, nesse caso, pedir a abertura de procedimento apuratório. Caso contrário, pedirá o arquivamento do caso. O relator disse que pretende analisar o assunto antes das eleições. Segundo ele, ainda não é possível dizer se será necessário pedir a quebra do sigilo da ministra para a investigação.

Fonte:Clicrbs/Pioneiro



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