Peritos encontram sangue em viaturas da PM que pode ser do menino Juan.

Caso Juan - Rio
Rio de Janeiro - Após o pedido de perícia solicitado no último domingo os peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) detectaram marcas de sangue em três Blazers e dois Gols que participaram do tiroteio entre PMs do 20º BPM (Mesquita) e  traficantes, culminando no desaparecimento do menino Juan, de 11 anos, e deixando outros dois jovens  feridos.


O delegado Cláudio Nascimento, titular da 56ª DP (Comendador Soares), que investiga o caso. Weslley Felipe de Moraes, de 14 anos, irmão de Juan, e Wanderson dos Santos de Assis, de 19, foram baleados no confronto e seguem internados.
Segundo o diretor do ICCE, Sérgio da Costa Henriques, outros exames devem ser feitos nos próximos dias para descobrir se o sangue encontrado nos veículos da PM pertencem a Juan. Ainda não há confirmação de que o material encontrado seja sangue humano.
Segundo informações publicadas no Jornal do Brasil a família de Wanderson alega que ele era trabalhador e não tinha antecedentes criminais, o jovem segue internado sob custódia. Os PMs envolvidos na operação do Danon alegam que ele esteve envolvido no confronto. Nos próximos dez dias, o ICCE deve indicar se o sangue encontrado é mesmo humano. Neste caso, a família de Juan deve ser chamada para coletar material para teste de DNA.
Testemunha da ação policial, Weslley, irmão de Juan, deve receber proteção do Programa de Proteção à Criança e o Adolescente Ameaçados de Morte (PPCAAM). 
Momento Verdadeiro

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