TSE suspende consequências para quem não votou nas eleições de 2020

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 O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, assinou ontem (21) uma resolução suspendendo as consequências legais para quem não votou nas eleições municipais de 2020 e não justificou ou pagou a multa. Entre suas justificativas, a medida considera “que a persistência e o agravamento da pandemia da Covid-19 no país impõem aos eleitores que não compareceram à votação nas Eleições 2020, sobretudo àqueles em situação de maior vulnerabilidade, obstáculos para realizarem a justificativa eleitoral”. O texto da resolução sobre o assunto considera ainda a “dificuldade de obtenção de documentação comprobatória do impedimento para votar no caso de ausência às urnas por sintomas da covid-19”. A norma não estipula prazo para a suspensão das sanções para quem não votou e não justificou ou pagou multa. A medida ficará vigente ao menos até que o plenário do TSE vote se aprova ou não a resolução assinada por Barroso. Isso não deve acontecer antes de fevereiro, devido ao rece

Ronaldo diz que a atual fase é a “pior do futebol brasileiro”, e Felipão rebate com ironia.

[Crédito da Foto: Rafael Ribeiro / CBF]

Momento Verdadeiro|Com Band Esporte.

Felipão não abre mão das comparações, é seu estilo, mas certas declarações acabam gerando polêmicas. Ontem (29) o técnico da seleção brasileira citou os funcionários do "Banco do Brasil" e seu 'exemplo' teve grande repercussão. O mal estar ocorreu, quando o técnico usou a frase:  "Se não tiver pressão, vai trabalhar no Banco do Brasil, senta no escritório e não faz nada", em entrevista quando assumiu oficialmente o comando da seleção brasileira de futebol, nesta quinta (29) pela manhã.

O técnico explica: "não é para agredir ninguém. Ontem eu falei de pressão e depois foi aquele inferno. Estavam dizendo que eu tinha agredido uma classe. Quero me explicar novamente: já conversei com o presidente do Banco do Brasil (Aldemar Bendine) e já pedi desculpas, expliquei que a colocação foi simples e comum, apenas para elucidar uma situação de pressão. Não tive intenção de ofender. Minhas remessas (de dinheiro) de fora passam pelo Banco do Brasil", justificou.

Nesta sexta, 30, segundo informações da coluna "Esporte", da BandLuiz Felipe Scolari esteve perto de nova polêmica. Ao comentar a declaração de Ronaldo, que apontou a atual fase como a “pior do futebol brasileiro”, Felipão rebateu com ironia.

“Pior momento? Não sei ao o que ele se referiu. Em chutar a bola, sentar para almoçar? Tem que perguntar para ele”, disse Felipão, visivelmente contrariado, durante entrevista dos técnicos da Copa das Confederações, no Anhembi, em São Paulo.

Mas minutos depois, já tentando evitar polêmicas, o técnico voltou atrás e se defendeu usando o "caso Banco do Brasil" como exemplo. Ainda de acordo com a Band, Felipão reclamou da imprensa e defendeu seu estilo de falar: “Alguns órgãos de comunicação não gostam da minha forma de trabalhar, mas esse é o meu jeito”.
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