Ronaldo diz que a atual fase é a “pior do futebol brasileiro”, e Felipão rebate com ironia.

[Crédito da Foto: Rafael Ribeiro / CBF]

Momento Verdadeiro|Com Band Esporte.

Felipão não abre mão das comparações, é seu estilo, mas certas declarações acabam gerando polêmicas. Ontem (29) o técnico da seleção brasileira citou os funcionários do "Banco do Brasil" e seu 'exemplo' teve grande repercussão. O mal estar ocorreu, quando o técnico usou a frase:  "Se não tiver pressão, vai trabalhar no Banco do Brasil, senta no escritório e não faz nada", em entrevista quando assumiu oficialmente o comando da seleção brasileira de futebol, nesta quinta (29) pela manhã.

O técnico explica: "não é para agredir ninguém. Ontem eu falei de pressão e depois foi aquele inferno. Estavam dizendo que eu tinha agredido uma classe. Quero me explicar novamente: já conversei com o presidente do Banco do Brasil (Aldemar Bendine) e já pedi desculpas, expliquei que a colocação foi simples e comum, apenas para elucidar uma situação de pressão. Não tive intenção de ofender. Minhas remessas (de dinheiro) de fora passam pelo Banco do Brasil", justificou.

Nesta sexta, 30, segundo informações da coluna "Esporte", da BandLuiz Felipe Scolari esteve perto de nova polêmica. Ao comentar a declaração de Ronaldo, que apontou a atual fase como a “pior do futebol brasileiro”, Felipão rebateu com ironia.

“Pior momento? Não sei ao o que ele se referiu. Em chutar a bola, sentar para almoçar? Tem que perguntar para ele”, disse Felipão, visivelmente contrariado, durante entrevista dos técnicos da Copa das Confederações, no Anhembi, em São Paulo.

Mas minutos depois, já tentando evitar polêmicas, o técnico voltou atrás e se defendeu usando o "caso Banco do Brasil" como exemplo. Ainda de acordo com a Band, Felipão reclamou da imprensa e defendeu seu estilo de falar: “Alguns órgãos de comunicação não gostam da minha forma de trabalhar, mas esse é o meu jeito”.
-->

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

PF deflagra 59ª fase da Operação Lava Jato.

Toffoli determina votação secreta na eleição do Senado.