Bolsonaro apela para que caminhoneiros não façam greve

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O presidente Jair Bolsonaro apelou hoje (27) aos caminhoneiros para que não façam greve. "Reconhecemos o valor dos caminhoneiros para a economia do Brasil. Apelamos para eles que não façam greve porque todos nós vamos perder, todos, sem exceção. Agora, a solução não é fácil, estamos buscando uma maneira de não ter mais este reajuste", disse, após reunião no Ministério da Economia. Ontem (26), a Petrobras reajustou o preço médio do diesel nas refinarias em 4,4% e há especulações sobre uma greve de caminhoneiros que aconteceria na próxima segunda-feira (1º). “A Petrobras segue uma planilha, tem a ver com preço do petróleo lá fora, tem a ver com variação do dólar. Ontem foi boa notícia, o dólar baixou R$ 0,20. Estamos estudando medidas, agora, não tenho como dar uma resposta de como diminuir impacto, que, na verdade, foram nove centavos no preço do diesel”, disse, ressaltando que não interfere na política de preços da empresa. De acordo com o presidente, está em estudo a diminui

MS vai cancelar convênio com ONG do pai do ministro Padilha.

O Ministério da Saúde informou nesta quinta-feira (30), por meio da assessoria de imprensa, que o ministro Alexandre Padilha determinou o cancelamento de convênio firmado entre a pasta e a ONG Koinonia-Presença Ecumênica e Serviço, da qual Anivaldo Padilha, pai do ministro, é sócio e fundador.

O anúncio também foi feito pelo próprio ministro à imprensa após um evento em São Paulo, a Campus Party, na qual o ministério apresentou novos aplicativos da área da saúde. A Presidência da República oficializou também nesta quinta que Padilha deixará o governo na próxima segunda (3). Ele deve concorrer ao cargo de governador de São Paulo nas eleições de outubro próximo.
Reportagem do jornal "Folha de S.Paulo" publicada nesta quinta informou que, prestes a deixar o governo, Padilha assinou convênio para destinar R$ 199,8 mil para a entidade com o objetivo da realização de ações de promoção da saúde, como palestras e capacitação para jovens em temas como prevenção de DSTs.

O presidente do PPS, Roberto Freire, afirmou ao G1 nesta quinta que o partido pedirá ao Ministério Público Federal apuração sobre todos os convênios do governo federal com a entidade. Segundo Freire, independentemente do cancelamento do repasse, o ministro cometeu uma "imoralidade".

"Pode ter cancelado esse convênio, mas a imoralidade foi feita. Eles acham que praticam imoralidade, pedem desculpa e está tudo resolvido. Não é assim, o interesse público não é assim, não se trata dessa forma. Ele cometeu imoralidade e recuou com a pressão da sociedade", afirmou. Freire disse ter informações de que a entidade tem convênios com sete ministérios. "Isso não pode ficar assim", completou.

O Ministério da Saúde informou que ainda será divulgada uma nota oficial sobre o episódio.

(*) Fonte: G1

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