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Vaticano admite na ONU a existência de autores de abusos contra crianças no clero.

O Vaticano afirmou nesta quinta-feira na ONU que não existe desculpa possível para os casos de exploração e violência contra crianças e admitiu que existem responsáveis por abusos em "todas as profissões, inclusive entre membros do clero".

"Existem abusadores entre os membros das profissões mais respeitadas do mundo e, mais lamentavelmente, inclusive entre membros do clero e de funcionários da igreja", disse o monsenhor Silvano Tomasi, representante da Santa Sé nas Nações Unidas.

A apresentação do Vaticano no Comitê da ONU de Direitos Humanos das Crianças é a primeira oportunidade da Igreja Católica participar de um debate público focado nos abusos de menores cometidos por sacerdotes.


Segundo o jornal espanhol El País, o México (que apresenta mais de 200 incidentes individuais) irá apresentar um pedido para que esses atos cometidos sejam considerados crimes de Estado e para que o Vaticano seja julgado pelas Nações Unidas pelas atitudes dos que integram a Santa Sé.

No encontro, que deve acontecer em Genebra, o comitê vai reforçar o pedido de “informação detalhada de todos os casos de abusos cometidos por clérigos, frades e freiras, ou trazidos ao conhecimento da Santa Sé”, não se contentando com a argumentação de que os crimes devem ser resolvidos nos países onde ocorrem.

“Assim se procedeu em todos os países, isso é uma bomba. O padre era mudado de lugar para não criar um escândalo ou lhe era dado atendimento psicoterápico durante um tempo para voltar a integrá-lo. Nunca ninguém disse aos bispos que denunciassem os casos perante a Justiça”, denunciam os organismos mexicanos, que querem que se faça justiça.

(*) Com Agências

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