TSE suspende consequências para quem não votou nas eleições de 2020

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 O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, assinou ontem (21) uma resolução suspendendo as consequências legais para quem não votou nas eleições municipais de 2020 e não justificou ou pagou a multa. Entre suas justificativas, a medida considera “que a persistência e o agravamento da pandemia da Covid-19 no país impõem aos eleitores que não compareceram à votação nas Eleições 2020, sobretudo àqueles em situação de maior vulnerabilidade, obstáculos para realizarem a justificativa eleitoral”. O texto da resolução sobre o assunto considera ainda a “dificuldade de obtenção de documentação comprobatória do impedimento para votar no caso de ausência às urnas por sintomas da covid-19”. A norma não estipula prazo para a suspensão das sanções para quem não votou e não justificou ou pagou multa. A medida ficará vigente ao menos até que o plenário do TSE vote se aprova ou não a resolução assinada por Barroso. Isso não deve acontecer antes de fevereiro, devido ao rece

Embriões humanos de 2 semanas são criados em laboratório.

A ciência está avançando no desenvolvimento humano. Agora, cientistas já conseguem desenvolver embriões fora do corpo da mãe durante quase duas semanas. Anteriormente, só era possível estudar embriões humanos como cultura em uma vasilha de laboratório até o sétimo dia de desenvolvimento, quando tinham que implantá-los no útero da mãe para que sobrevivessem e continuassem a se desenvolver, como informou uma reportagem da agência 'Reuters'.

Foi através de um método de cultura para criar embriões de rato fora do organismo da mãe usado anteriormente, que os cientistas conseguiram realizar observações quase de hora em hora do desenvolvimento de embriões humanos para ver como eles se desenvolvem e organizam até o décimo terceiro dia. O trabalho foi apresentado em dois estudos publicados na última quarta-feira nos periódicos científicos Nature e Nature Cell Biology.

Os cientistas agora poderão usar o conhecimento adquirido no estudo para aprimorar os tratamentos de fertilização in-vitro (IVF) e induzir novos progressos no campo da medicina regenerativa. Mas, de acordo com a Reuters, "a pesquisa também chama atenção para uma lei internacional que impede os cientistas de desenvolver embriões humanos para além de 14 dias e sugere que este limite pode ter que ser revisto". A reportagem na íntegra pode ser lida neste link.

Por Washington Luiz.

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