TSE suspende consequências para quem não votou nas eleições de 2020

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 O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, assinou ontem (21) uma resolução suspendendo as consequências legais para quem não votou nas eleições municipais de 2020 e não justificou ou pagou a multa. Entre suas justificativas, a medida considera “que a persistência e o agravamento da pandemia da Covid-19 no país impõem aos eleitores que não compareceram à votação nas Eleições 2020, sobretudo àqueles em situação de maior vulnerabilidade, obstáculos para realizarem a justificativa eleitoral”. O texto da resolução sobre o assunto considera ainda a “dificuldade de obtenção de documentação comprobatória do impedimento para votar no caso de ausência às urnas por sintomas da covid-19”. A norma não estipula prazo para a suspensão das sanções para quem não votou e não justificou ou pagou multa. A medida ficará vigente ao menos até que o plenário do TSE vote se aprova ou não a resolução assinada por Barroso. Isso não deve acontecer antes de fevereiro, devido ao rece

Bebê morre no RJ depois que médica se negou a prestar socorro.

Um bebê morreu logo depois que uma médica se negou a prestar socorro. O fato ocorreu na cidade do Rio de Janeiro na manhã da última quarta-feira (07/06). 

Os pais da criança afirmam, de acordo com informações do site G1, que a médica foi embora antes de fazer o atendimento. Infelizmente, a outra equipe médica que foi encaminhada para o atendimento, só chegou duas horas depois da morte do bebê.

A vítima, o menino Breno Rodrigues Duarte da Silva, de 1 ano e 6 meses, sofria de uma doença neurológica. 

Os pais de Breno registraram o caso na 42ª Delegacia Policial, no Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio de Janeiro, na noite de quarta-feira.

Entenda o caso


No começo da manhã da última quarta-feira, dia 07 de junho de 2017, os pais do bebê ficaram preocupados porque ele estava com dores no estômago. De acordo com a mãe do bebê, a empresária Rhuana Lopes Rodrigues, a  internação foi solicitada a Unimed — A Unimed mandou a ambulância para gente, a gente solicitou às 8h20 da manhã. Quando foi às 9h10 ambulância chegou ao condomínio, só que ambulância chegou no nosso condomínio e nós não sabemos o porquê a médica da ambulância, plantonista que foi para levar o meu filho para a internação não atendeu — contou a mãe do bebê.

Uma câmera de segurança do condomínio registrou o momento em que a médica estava dentro da ambulância. As imagens mostram a médica rasgando alguns papéis, gesticulando bastante e depois indo embora. — O porteiro me avisou novamente o que tinha acontecido, eu liguei novamente para o home care. E a outra ambulância só chegou duas depois, às 11h quando meu filho já havia falecido — lamentou a mãe do bebê, que está grávida do segundo filho.

A Unimed-Rio lamentou a morte do bebê e informou que vai entrar na Justiça contra a empresa Cuidar por causa da recusa de atendimento. 

Washington Luiz
Repórter do Momento Verdadeiro
Com informações do G1.

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