Jornais são barrados na 1ª coletiva de imprensa de Jair Bolsonaro eleito.

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Por enquanto, uma boa parte da imprensa não deve ter espaço na agenda do presidente eleito Jair Bolsonaro. Ontem os jornais impressos foram barrados da primeira coletiva de Bolsonaro em sua casa na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Ficaram de fora, O Estadão, a Folha de S. Paulo, O Globo e as agências internacionais também não puderam passar da guarita do condomínio. Bolsonaro só permitiu que emissoras de TV (menos a TV Brasil), algumas rádios e dois sites entrassem.

Havia uma lista regulada por uma policial federal na porta do condomínio, segundo informações do Estadão. Bolsonaro tem usado sua casa para receber grupos de parlamentares e apoiadores.

O assessor Tercio Tomaz, que trabalhou na campanha de Bolsonaro, foi o responsável pelo credenciamento. Ele é lotado no gabinete do vereador Carlos Bolsonaro(PSC), na Câmara do Rio. Por mensagens pelo Whatsapp, Tercio respondeu aos jornalistas dos veículos barrados que eles não poderiam entrar “por questões de espaço”.

Jornalistas que participaram da coletiva indagaram por que alguns veículos tinham sido barrados e Bolsonaro respondeu que não sabia quem tinha marcado a coletiva e que não mandou restringir ninguém. Ainda segundo o Estadão, desde o episódio da facada, Bolsonaro não tem concedido entrevistas a jornais impressos e privilegiado meios eletrônicos, como emissoras de televisão e rádio.

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