Bolsonaro diz que insumos da CoronaVac chegarão nos próximos dias

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O presidente Jair Bolsonaro afirmou, na tarde desta segunda-feira (25), que os insumos necessários para a fabricação da vacina CoronaVac estão próximos da liberação pela China e devem chegar ao Brasil "nos próximos dias". A informação, segundo o presidente, foi repassada pela Embaixada do país asiático.  Além dos insumos da CoronaVac, o presidente disse que os ingredientes farmacêuticos ativos (IFA) da outra vacina em uso no Brasil, a produzida pela AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford, também estão com trâmite acelerado para que possam ser enviados da China.  Com a chegada da matéria-prima das duas vacinas, tanto o Instituto Butantan quanto a Fundação Oswaldo Cruz poderão produzir, envasar e rotular milhões de doses da CoronaVac e do imunizante da AstraZeneca.   Também pelas redes sociais, o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, compartilhou a publicação de Bolsonaro e destacou que o seu país continuará a ajudar o Brasil no combate à pandemia. Nos últi

General Mourão pretende ser o escudo e espada de Bolsonaro.

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As discussões políticas fazem parte da vida cotidiana, no trabalho, nas redes sociais ou em casa. Com o término das eleições, engana-se quem pensa que essas discussões estão encerradas, na verdade, agora é que elas tendem a ganhar mais intensidade, seja por aqueles que defendem o novo governo ou pela oposição. 

Considerado polêmico, o vice-presidente eleito, o general Hamilton Mourão (PRTB), disse que pretende ser "o escudo e a espada de Bolsonaro". A afirmação foi feita durante o painel Brasil de Ideias, promovido pela Revista Voto, na última sexta-feira (23). Na ocasião, Mourão destacava a importância do papel do vice no atual cenário político.

Ele afirmou ainda que deve cortar mais da metade dos cargos disponíveis na Vice-Presidência. De acordo com o vice-presidente, o novo governo será norteado pelo sistema democrático, rechaçando qualquer possibilidade de haver uma intervenção militar avalizada pelo Palácio do Planalto. 

Outra questão abordada por Mourão foi sobre o ruído gerado na composição do novo governo envolvendo Paulo Guedes. O novo ministro da Economia teria desautorizado a fala do ministro extraordinário da Transição e futuro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, sobre a reforma da Previdência. Mourão disse que "ministro não controla ministro" e que ambos estão no mesmo nível. O general citou o exemplo do quartel onde o comandante da 1ª Cia não dá ordens para o comandante da 2ª, porque se equivalem.

Mourão também falou sobre as estratégias do novo governo, ele endossou a defesa de Paulo Guedes a um novo pacto federativo com "menos Brasília e mais Brasil" e a retomada de protagonismo do Congresso. Com informações do jornal Estadão.

Obrigado pela audiência.

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