Bolsonaro diz que insumos da CoronaVac chegarão nos próximos dias

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O presidente Jair Bolsonaro afirmou, na tarde desta segunda-feira (25), que os insumos necessários para a fabricação da vacina CoronaVac estão próximos da liberação pela China e devem chegar ao Brasil "nos próximos dias". A informação, segundo o presidente, foi repassada pela Embaixada do país asiático.  Além dos insumos da CoronaVac, o presidente disse que os ingredientes farmacêuticos ativos (IFA) da outra vacina em uso no Brasil, a produzida pela AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford, também estão com trâmite acelerado para que possam ser enviados da China.  Com a chegada da matéria-prima das duas vacinas, tanto o Instituto Butantan quanto a Fundação Oswaldo Cruz poderão produzir, envasar e rotular milhões de doses da CoronaVac e do imunizante da AstraZeneca.   Também pelas redes sociais, o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, compartilhou a publicação de Bolsonaro e destacou que o seu país continuará a ajudar o Brasil no combate à pandemia. Nos últi

Cuba deixa o programa Mais Médicos e Bolsonaro diz que regime cubano não aceita condições para continuar no programa.

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Uma notícia que repercute bastante na imprensa traz informações sobre o programa Mais Médicos, do Governo Federal. Nesta quarta-feira, o governo de Cuba decidiu sair do programa social citando referências diretas feitas pelo presidente eleito Jair Bolsonaro à presença dos médicos cubanos no Brasil. 

Desde 2013, Cuba envia profissionais para atuar no SUS. O programa foi criado no governo da presidente Dilma para atender regiões carentes sem cobertura médica. Fora do programa, os formados no exterior não podem atuar na medicina brasileira sem a aprovação no Revalida. No Mais Médicos, pouco mais da metade vêm de Cuba, de acordo com dados obtidos pelo G1.

No Twitter, Bolsonaro disse que à continuidade do programa Mais Médicos estava condicionada a aplicação de teste de capacidade, salário integral aos profissionais cubanos, que hoje, segundo Bolsonaro, a maior parte destinados à ditadura.  Mas Cuba não aceitou. "A ditadura cubana demonstra grande irresponsabilidade ao desconsiderar os impactos negativos na vida e na saúde dos brasileiros e na integridade dos cubanos", argumentou Bolsonaro.

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