TSE suspende consequências para quem não votou nas eleições de 2020

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 O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, assinou ontem (21) uma resolução suspendendo as consequências legais para quem não votou nas eleições municipais de 2020 e não justificou ou pagou a multa. Entre suas justificativas, a medida considera “que a persistência e o agravamento da pandemia da Covid-19 no país impõem aos eleitores que não compareceram à votação nas Eleições 2020, sobretudo àqueles em situação de maior vulnerabilidade, obstáculos para realizarem a justificativa eleitoral”. O texto da resolução sobre o assunto considera ainda a “dificuldade de obtenção de documentação comprobatória do impedimento para votar no caso de ausência às urnas por sintomas da covid-19”. A norma não estipula prazo para a suspensão das sanções para quem não votou e não justificou ou pagou multa. A medida ficará vigente ao menos até que o plenário do TSE vote se aprova ou não a resolução assinada por Barroso. Isso não deve acontecer antes de fevereiro, devido ao rece

Galo responde ação na Justiça e gera discussão sobre vida no campo.

Poderia até se tratar de uma brincadeira, mas não é. A Justiça francesa deu inicio ontem a uma disputa que divide opiniões, é contra um galo e o que motivou a ação judicial contra o animal foi o fato dele ter um canto agudo que incomoda um bairro inteiro. Tanto que os moradores daquela região resolveram entrar na justiça contra o galo por poluição auditiva.

Todas as manhãs, por volta das 6 horas e 30 minutos, o galo começa a cantar e isso incomoda até vizinhos que não são daquela região, no entanto, depois de terem se aposentado, compraram imóvel no local.

Na prática, está disputa envolvendo o galo e seus vizinhos, representa um enfrentamento simbólico entre dois estilos de vida: de um, estão os moradores da região que sempre tiveram galos e galinhas; de outro, pessoas que vieram de outras partes da França e foram viver lá.

Ouça a reportagem completa no vídeo abaixo:

O galo tem recebido apoio da França inteira. Já tem até uma petição para defender seu canto. Inclusive, a fama do animal já foi usada para chamar atenção para as causas dos coletes amarelos.

Até a chefe local do governo manifestou apoio ao galo. 

A dona do animal disse à CNN que os vizinhos reclamaram pela primeira vez em 2017. Formalmente, a acusação na Justiça é de poluição sonora. A decisão só deve ser dada no dia 5 de setembro, de acordo com informações do G1.

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