Bolsonaro apela para que caminhoneiros não façam greve

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O presidente Jair Bolsonaro apelou hoje (27) aos caminhoneiros para que não façam greve. "Reconhecemos o valor dos caminhoneiros para a economia do Brasil. Apelamos para eles que não façam greve porque todos nós vamos perder, todos, sem exceção. Agora, a solução não é fácil, estamos buscando uma maneira de não ter mais este reajuste", disse, após reunião no Ministério da Economia. Ontem (26), a Petrobras reajustou o preço médio do diesel nas refinarias em 4,4% e há especulações sobre uma greve de caminhoneiros que aconteceria na próxima segunda-feira (1º). “A Petrobras segue uma planilha, tem a ver com preço do petróleo lá fora, tem a ver com variação do dólar. Ontem foi boa notícia, o dólar baixou R$ 0,20. Estamos estudando medidas, agora, não tenho como dar uma resposta de como diminuir impacto, que, na verdade, foram nove centavos no preço do diesel”, disse, ressaltando que não interfere na política de preços da empresa. De acordo com o presidente, está em estudo a diminui

Secretário de Bolsonaro não pagará indenização a Fernanda Montenegro.

Oi pessoal. Martelo batido, caso encerrado! Sendo assim, o secretário da Cultura do governo Jair Bolsonaro, Roberto Alvim, não terá que pagar indenização a atriz Fernanda Montenegro. Isso porque a Justiça não aceitou o pedido de indenização formulado pelo Sindicato dos Artistas.

Roberto usou suas redes sociais, antes de assumir o cargo, para criticar a classe teatral. Em seu post, chamou a atriz Fernanda Montenegro de sórdida. À época, ele chefiava o Centro de Artes Cênicas da Fundação Nacional das Artes. A postagem foi feita após a atriz posar para a revista Quatro Cinco Um caracterizada como uma bruxa prestes a ser queimada em uma fogueira de livros -referência ao que um texto da publicação chama de “tempos obscuros”.

Por causa disso, o sindicato entrou na Justiça com um pedido de censura da publicação, bem como o pagamento de uma indenização de R$ 30 mil. No entanto, o juiz Márcio Teixeira, da 21º Vara Civil, não aceitou os argumentos do sindicato. O magistrado entende que a remoção da publicação importaria no indevido cerceamento do direito do réu. O magistrado também recusou o pedido de indenização, um vez que, segundo ele, nesse caso, não está caracterizado dano moral coletivo. 

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