Bolsonaro diz que insumos da CoronaVac chegarão nos próximos dias

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O presidente Jair Bolsonaro afirmou, na tarde desta segunda-feira (25), que os insumos necessários para a fabricação da vacina CoronaVac estão próximos da liberação pela China e devem chegar ao Brasil "nos próximos dias". A informação, segundo o presidente, foi repassada pela Embaixada do país asiático.  Além dos insumos da CoronaVac, o presidente disse que os ingredientes farmacêuticos ativos (IFA) da outra vacina em uso no Brasil, a produzida pela AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford, também estão com trâmite acelerado para que possam ser enviados da China.  Com a chegada da matéria-prima das duas vacinas, tanto o Instituto Butantan quanto a Fundação Oswaldo Cruz poderão produzir, envasar e rotular milhões de doses da CoronaVac e do imunizante da AstraZeneca.   Também pelas redes sociais, o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, compartilhou a publicação de Bolsonaro e destacou que o seu país continuará a ajudar o Brasil no combate à pandemia. Nos últi

Por que a Itália é a exceção da segunda onda de Covid-19 na Europa?

Por que a Itália é a exceção da segunda onda de Covid-19 na Europa?

Nova onda de Covid-19 -
 Itália é a exceção da Europa. Após ter sido duramente atingida na primeira onda do coronavírus, o país europeu tem hoje um número limitado de novos casos. Tudo isso graças às rígidas medidas contra a doença, que foram elogiadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) na sexta-feira (25).

De acordo com informações da agência "France Presse", a França, por exemplo, registrou na quinta (24) um número recorde de 16.096 novos casos de Covid-19 em 24 horas, enquanto o número de contágios diários na Itália, que realiza mais de 120 mil testes diários (180 mil na França), se mantém há semanas abaixo dos 2 mil.

"A epidemia atingiu a Itália mais cedo, o que sensibilizou este problema e fez com que um plano de confinamento muito severo fosse implementado imediatamente. A Itália foi o primeiro país a realizar um confinamento total que durou várias semanas, e ainda estamos nos beneficiando disso", destaca. Ele também menciona "a reabertura muito progressiva e muito lenta do país, que nem terminou ainda," disse o professor Massimo Andreoni, especialista renomado em infecções no hospital romano de Tor Vergata, em entrevista à AFP.

O especialista disse que os italianos respeitam muito bem as regras. "Quando vejo as imagens de outras cidades europeias, vejo muito mais gente sem máscara do que na Itália", além disso, "os estádios estão fechados, as casas de festa voltaram a fechar, as escolas não estão todas abertas..." explicou Andreoni.

No entanto, apesar desta situação tranquilizadora, o professor Andreoni prefere a prudência. "Em duas ou quatro semanas, quando todas as escolas estiverem abertas, veremos qual será o impacto e se a Itália conseguirá manter esses níveis baixos [de contágio] ou se irá se aproximar dos níveis da França ou Espanha. Para saber se realmente fomos bons alunos, é preciso esperar ainda um mês", avalia. (Com informações da AFP).

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