Pare de se Sabotar: Corrija o Rumo Antes que o Orgulho Cobre o Preço
E se o seu maior erro não tiver sido falhar… mas demorar demais para se corrigir?
Calma. Não fecha o texto ainda. Fica comigo dois minutos.
Você já percebeu como a gente trata a autocorreção quase como confissão de culpa?
Parece que mudar de ideia é admitir fraqueza. Que ajustar a rota é “dar o braço a torcer”.
E aí sabe o que acontece? A gente insiste. Insiste errado. Insiste cansado. Insiste por orgulho.
Deixa eu te perguntar, sem julgamento:
quantas vezes você continuou num caminho só porque já tinha ido longe demais?
Pois é.
Autocorreção não é sobre dizer “eu estava errado” em voz alta para o mundo.
É sobre dizer “isso não funciona mais” em silêncio para si mesmo.
E isso dói.
Dói porque mexe com identidade.
Dói porque desmonta narrativas que a gente contou para se sentir seguro.
Dói porque obriga a abandonar certezas velhas — mesmo quando elas ainda são confortáveis.
Mas aqui vai a virada de chave:
👉 quem não se autocorrige não é firme, é rígido.
👉 E rigidez não é força — é medo de quebrar.
A vida não exige coerência absoluta. Exige honestidade progressiva.
Você aprende algo novo, muda.
Você entende melhor, ajusta.
Você erra, recalcula.
Simples assim. Humano assim.
O problema não é falhar.
O problema é transformar o erro em moradia permanente.
Então, deixa eu te provocar de novo, agora com mais carinho do que no começo:
o que, hoje, você já sabe que precisa ajustar… mas ainda está adiando?
Talvez não seja uma grande mudança.
Às vezes, autocorreção é só virar o volante um pouco antes da curva.
E isso, meu amigo, minha amiga, não é fraqueza.
É maturidade em movimento.