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Brasil acompanha denúncia de uso de armas químicas na Síria.

(Divulgação/ Crédito da Foto: ShaamNewsNetwork/AFP)
Internacional - O governo brasileiro está  acompanhando a situação na Síria por intermédio de informações do encarregado de negócios no país, o diplomata Bruno Carrilho. Ele está em Beirute, capital do Líbano, que faz fronteira com a Síria, e envia dados diários ao Ministério das Relações Exteriores, Itamaraty. 

Há suspeitas do uso de armas químicas em Ghouta, região de Damasco, capital da Síria. Pelo menos 100 pessoas morreram em confronto nesta quarta-feira. Melantonio Neto ressaltou que há dificuldades na obtenção de dados precisos e seguros sobre a Síria. As informações vêm à tona no momento em que há um grupo de especialistas em armas químicas, enviado pela Organização das Nações Unidas (ONU), no país. 

O emissário do Brasil para o Oriente Médio mais a Turquia e o Irã, embaixador Cesário Melantonio Neto, alertou hoje (21) que é necessário ter cautela.  “É prematura uma avaliação sobre a situação em si, pois uma das dificuldades no que se refere à Síria é em relação às informações fidedignas. Por isso, é necessário aguardar mais um pouco para fazer uma análise adequada. Não é positivo um julgamento precipitado”, disse o emissário à Agência Brasil.

Na imprensa internacional, uma das principais fontes é a organização não governamental (ONG) Observatório Sírio dos Direitos Humanos. A entidade informou hoje o uso de armas químicas contra civis pelas forças de segurança da Síria. Porém, as autoridades negaram. (Momento Verdadeiro/com informações da Agência Brasil de Notícias).

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