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Mostrando postagens de junho 19, 2010

Folha de São Paulo promove campanha contra a IURD

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Sou apenas um jovem jornalista que está disposto a cumprir um compromisso, uma missão que nasceu do desejo de contribuir para construção de um país mais justo. Tenho plena certeza que a informação leva aos questionamentos e esses por sua vez as críticas, que devem ser sempre construtivas para cumprir seu papel. Recebo muitos releases com os mais diversos tipos de conteúdo para publicar no meu singelo Blog que registrei com o nome de Momento Verdadeiro, não escrevo aqui com interesse de me auto-promover, mas para destacar o compromisso que está sob o nome inserido nesse trabalho. Assim tenho um extremo cuidado em apurar as fontes e verificar o procedimento de sua origem. Pois sei que se algum dia publicar alguma mentira nessa página, ficará descaracterizado seu nome. Nesse exato momento fico pensando o que leva um veículo de comunicação de grande porte incitar de maneira escusa o preconceito, justamente quando o país luta de forma veemente para exterminá-lo da sociedade. Será que os ed

Seu dinheiro rasgou, danificou e agora o que fazer?

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O comerciante é obrigado a aceitar dinheiro rasgado? Para esclarecer essa dúvida o blogueiro resolveu  consultar a opinião de especialistas no assunto. Visto que deixar de vender é ruim para o comerciante e constrangedor para o consumidor. Com certeza já enfrentamos dúvidas em relação à possibilidade de aceitação de cédulas fragmentadas, com uma parte faltante, ou, mesmo inteiras, mas excessivamente desgastadas pelo uso, e ainda as marcadas com caracteres estranhos. O Dr. Vanderlei Muniz, advogado relatou que essa dúvida é bastante comum no dia a dia do comerciante, que muitas vezes acaba recusando o dinheiro do cliente, perdendo uma venda. Este dinheiro, em sentido amplo, mantém seu valor, ou seja apesar dos danos pode ser utilizado como forma de pagamento? O comerciante pode aceitá-lo? O Banco Central regulamenta esta questão, dispondo que as cédulas fragmentadas, ou ainda com uma parte faltante, desde que tenham um fragmento nitidamente com mais da metade de seu tamanho original,

Transparência Brasil vê dificuldades no Judiciário para cumprir a Lei Ficha Limpa

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Reprodução- Enquanto partidos e políticos calculam impacto da medida, entidades desconfiam da capacidade do Judiciário para aplicá-la. Depois de o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinar que condenados antes da sanção do Ficha Limpa também ficam impedidos de se candidatar nas eleições de outubro, pairam agora dúvidas sobre a aplicação prática da nova lei. Fabiano Angélico, diretor da ONG Transparência Brasil, ressalta que a maior dificuldade para levar a medida à prática será a obtenção de informações precisas sobre a situação legal dos candidatos a cargos eletivos. Para o diretor da ONG, o principal gargalo para a efetividade da lei está no Judiciário. Angélico considera que há “desorganização” na Justiça comum – o que tende a dificultar que sociedade e Justiça Eleitoral saibam quem são os políticos impedidos de se candidatarem por terem sido condenados por um órgão colegiado (mais de um juiz). – Já antevemos problemas decorrentes da desorganização do Poder Judiciário, que, em