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Mostrando postagens de outubro 12, 2010

Justiça decide leiloar bens de Jorgina e seus comparsas

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O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) decidiu leiloar os bens de Terezinha de Carvalho, uma das integrantes da quadrilha de Jorgina de Freitas, denunciada em 1992 pela prática de crimes contra o patrimônio do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Terezinha é uma das 40 pessoas condenadas após a maior fraude da história do INSS. O valor dos imóveis, que incluem apartamentos, um terreno e uma loja, chega a quase R$ 5 milhões, e o primeiro leilão está marcado para o dia 25 de novembro. Caso todos os itens não sejam vendidos no dia, uma nova data foi marcada no dia 7 de dezembro. Até o momento, foram ressarcidos aos cofres públicos aproximadamente R$ 70 milhões obtidos com o golpe. Um novo leilão dos bens de Jorgina de Freitas deve ser agendado pelo TJ-RJ. Jorgina foi condenada e cumpriu 14 anos de prisão em regime fechado. Em 2007, foi beneficiada com o regime semiaberto. Agência Brasil

Outdoor com Pr. Silas Malafaia é pichado em forma de protesto

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Momento Verdadeiro - Há assuntos que realmente são difíceis de ser falado, pois não podemos ser radicais e ao mesmo tempo ficar omisso. Um grande número de outdoors em nossa cidade propaga uma mensagem que vem causando polêmica. Trata-se de uma campanha em defesa da família (moral e bons costumes) coordenada pelo pastor Silas Malafaia, da Assembléia de Deus, Vitória em Cristo. Ele aponta para sociedade e anuncia: Em favor da família e preservação da espécie humana - Deus fez macho e fêmea. (Gn 1-27) – A mensagem é bíblica e justifica uma das mais belas obras divinas, isso é incontestável. Todavia a interpretação da mensagem tem causado muita insatisfação. Grupos defensores do homossexualismo liberado mostram-se indignados e ofendidos com a citação do pastor. No Horto, um bairro nobre da cidade campista, por exemplo, é possível ver pichações de revolta escritas sobre o outdoor. Homofobia mata, fora... Essa manifestação é uma espécie de resposta ao posicionamento defendido com veem

Traficantes mandaram fechar restaurante popular e cerca de 1.800 pessoas ficaram sem almoço no Rio

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Rio de Janeiro - Quem nunca morou numa comunidade e acompanha os noticiários pode até imaginar o desespero e medo que assolam os moradores, mas quem já morou sabe e sente na pele a angustia e o terror que é viver no meio de um fogo cruzado. Taí um assunto que posso falar com bastante conhecimento de causa, pois vive dez anos numa das comunidades consideradas mais perigosas do Rio de Janeiro. Em meio a uma guerra urbana, assim vive milhares de pessoas. A população vive a mercer de um poder paralelo, com regras e pena de morte, onde o silêncio dos inocentes é a única defesa. E uma pergunta que aguarda anciosamente por resposta - Quando o estado vai deixar de camuflar a realidade para assumir seu dever? Segundo esse morador, não há água na favela. "Os canos estão todos estourados. Eles roubaram café e comida da casa de quase todo mundo e levaram para seguir para a Serrinha. Não podemos circular porque acham que vamos falar algo. Alguém precisa fazer alguma coisa pela gente",