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Mostrando postagens de junho 4, 2009

COMÉRCIO DE CAMPOS DOS GOYTACAZES...

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Fiz uma pequisa hoje, atendendo o pedido do amigo Paulo Henrique. Que presenciou um lojista tratando mal um cliente. Então fui a campo e falei com algumas pessoas, que infelizmente relataram sua insatisfação com o atendimento e o preços do comércio de Campos/RJ. O que precisa mudar? O pensamento. Hoje já saímos da era da ditadura do vendedor e entramos na fase da ditadura de quem compra. E quem não acompanhar essa mudança, tá fora. Claro meu objetivo aqui não é generalizar, mas alertar e mostrar que quem dita as normas é você cliente. Em um cenário em que, cada vez mais, as empresas disputam pela preferência de um mesmo cliente, a qualidade no atendimento se tornou fundamental. Os clientes se tornaram mais exigentes e conscientes não só de seus direitos, como também dos “mimos” que deverão receber para prestigiar uma empresa com sua preferência. Nesse contexto, algumas expectativas dos clientes se tornaram elementares e, em qualquer que seja o segmento de mercado, elas estão p

PRECONCEITO X PRECONCEITO...

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Bom, taí um tema que é bem complexo, Preconceito. O que está acontecendo com nossa pátria? São várias demonstrações de que para chegarmos a harmonia é preciso vencer os esteriótipos. Quando li esse desabafo do professor Ives, fiquei refletindo, e sei que cada um tem sua opinião sobre o assunto. Mas uma coisa precisamos ver urgente...Estamos lutando contra o preconceito, ou criando novos preconceitos. Uma observação bem interessante: Hoje, tenho eu a impressão de que o "cidadão comum e branco" é agressivamente discriminado pelas autoridades e pela legislação infraconstitucional, a favor de outros cidadãos, desde que sejam índios, afrodescendentes, homossexuais ou se auto-declarem pertencentes a minorias submetidas a possíveis preconceitos. Assim é que, se um branco, um índio e um afrodescendente tiverem a mesma nota em um vestibular, pouco acima da linha de corte para ingresso nas Universidades e as vagas forem limitadas, o branco será excluído, de imediato, a favor de um dele

TRIBUTOS E NOSSO BOLSO...

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Devemos ficar atentos, como podemos pagar tantos impostos e ainda encontrar tanta desigualdade num país tão rico como nosso. Fique ligado, e reclame mesmo! Na correria do dia-a-dia, nem nos damos conta de quanto os tributos pesam em nosso bolso. De acordo com o IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário), o percentual é maior do que as pessoas imaginam e faz muita diferença no preço final dos produtos que freqüentemente consumimos. Você já pôde conhecer nesta seção quais são os tributos indiretos, que incidem sobre o consumo. Pois bem, agora poderá ver aqui alguns exemplos bastante práticos, que mostrarão o quanto um produto fica mais caro por conta dessa cobrança. Veja só: Itens para a casa Conforme aponta o IBPT, ao mobiliar uma casa, por exemplo, os brasileiros arcam com até 50% de carga tributária, como acontece na hora da compra do aparelho de DVD (50,39%). Os fornos de microondas, por sua vez, embutem 47% de tributos em seus preços finais. Já uma televisão possui 44,94

SAÚDE MENTAL NO BRASIL

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Preconceito e falta de informação ainda são problemas que atingem as pessoas que desenvolvem transtornos mentais. E a falta de investimento na prevenção principalmente, até mesmo pelo fato de sinceramente ainda, eu não ter visto alguém que ficou totalmente curado, usando somente os medicamentos antidepressivos indicados no tratamento. Claro sem fanatismo, mas a própria medicina já reconhece que por meio da fé tudo é possível. No entanto, a questão é que existem vários impostos que pagamos com retorno para saúde e ainda sim falta aplicação correta nessa área. Opinião do Blogueiro. Essa é Realidade. O dinheiro gasto na área mental no Brasil está muito aquém do que a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda como razoável. Para atender o percentual mínimo de 5% que a entidade internacional sugere, seria necessário dobrar a quantia de R$ 1,2 bilhão aplicada em 2007 pelo governo federal. O valor correspondeu a apenas 2,43% de todo o orçamento do Ministério da Saúde naquele ano. Os dados