Presidente do Instituto Mão Amiga de Campos, RJ, foi vítima de latrocínio.

As investigações sobre o assassinato do presidente do Instituto Mão Amiga, Adriano Ferreira Machado, apontam que a vítima foi de latrocínio. A informação foi divulgada pelo delegado Geraldo Rangel, titular da 134ª Delegacia Policial (DP). 

O crime ocorreu na sede da instituição, no bairro Novo Jóquei, na cidade de Campos dos Goytacazes, no interior do Rio de Janeiro.

Com a prisão de um suspeito da morte de Adriano, identificado como Edson Baiano, a polícia descobriu que ele não agiu sozinho. De acordo com o delegado, mais duas pessoas teriam participado do crime. 

A Polícia Civil de Campos decretou a prisão temporária de Lucas Moura e ouviu outro suspeito. De acordo com o delegado, Baiano assumiu todo o crime. O suspeito disse que "foi ele quem matou, enfiou a faca na vítima".

Investigações

A polícia trabalha com duas hipóteses para o crime. 

Na primeira, teria ocorrido uma discussão entre a vítima e o criminoso. 

Na segunda, a denúncia que o presidente do Instituto Mão Amiga fez no Facebook dando conta que um homem estaria roubando material de construção, pode ter sido o estopim para ação do criminoso.

Detalhes sobre o crime

Segundo o delegado Geraldo Rangel, no dia do crime, Adriano estava com Baiano e Lucas. Em seu depoimento, Edson disse que ele e Lucas não estavam sob efeito de droga. O crime ocorreu na noite de domingo, dia 07 de maio. O corpo da vítima foi achado por volta de meio dia de segunda-feira (08/05). 

Ainda de acordo com informações da polícia, Baiano e Lucas teriam ficado quase 12 horas em poder do corpo. Nesse intervalo, os suspeitos saíram após o crime, pelo menos duas vezes, para levar objetos que foram roubados para vender. Com o dinheiro, eles compraram drogas e usaram dentro do Instituto Mão Amiga.

Os suspeitos, Edson Baiano e Lucas Moura, têm passagem por latrocínio. 

Washington Luiz, repórter do Momento Verdadeiro.

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