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Demóstenes diz no Conselho de Ética que não sabia das relações de Carlinhos Cachoeira.

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(Divulgação-Crédito da foto:Wilson Dias/ABr) Agência Brasil - O depoimento do senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) no Conselho de Ética do Senado esvaziou os trabalhos das comissões permanentes da Casa previstos para a manhã de hoje (29). Os presidentes das comissões já previam que as atenções dos parlamentares estariam voltadas para os trabalhos do conselho e estabeleceram uma pauta mais leve, sem a votação de matérias consideradas polêmicas. O parlamentar goiano compareceu ao conselho para se defender das acusações de participar de um suposto esquema de corrupção e de jogos de azar comandado pelo empresário Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, que está preso desde o dia 29 de fevereiro. Por causa das investigações conduzidas pelo Ministério Público e pela Polícia Federal (operações Vegas e Monte Carlo), o parlamentar responde a processo que pode resultar na cassação do mandato por quebra de decoro parlamentar. Com a presença de três senadores e pre

Ministérios Públicos dos estados poderão dar prioridade aos casos de violência contra jornalistas.

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O jornalista é um profissional que tem uma missão nobre - informar . Mas cadê a liberdade de ser jornalista? Cadê a liberdade de expressão?  Sabemos que muitos jornalistas ficam algemados as linhas editoriais de seus veículos.  Muitos jovens ingressam nas universidades de jornalismo cheio de utopias, mas quando se tornam jornalistas vivem outra realidade. Ela (a realidade) é totalmente diferente, afinal suas vidas poderão está correndo perigo.       Segundo informações publicadas na coluna "Radar on-line ", da revista Veja, o Conselho Nacional do Ministério Público vai votar nos próximos dias uma proposta de recomendação para que os casos de violência contra jornalistas sejam priorizados nos Ministérios Públicos dos estados. A ideia é dar celeridade nas investigações e apresentação de denúncias a quem atenta contra jornalistas. Almino Afonso , autor da proposta, diz que atentados contra jornalistas devem ser priorizados pois configuram violação ao direito funda

Diário Oficial publicou lei que determina a criação do banco nacional de DNA de criminosos.

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Foi sancionada pela presidenta Dilma Rousseff e publicada nesta terça-feira (29) no  Diário Oficial da União a  lei que cria um banco nacional de " DNA" para auxiliar na elucidação de crimes violentos.  A proposta, de autoria do senador Ciro Nogueira (PP-PI), visa a instituir no Brasil uma unidade central de informações genéticas, gerenciada por uma unidade oficial de perícia criminal. (Reprodução) Esse banco de material reúne vestígios humanos como sangue, sêmen, unhas e fios de cabelo deixados em locais de crimes que poderão ser usados pelas autoridades policiais e do Judiciário nas investigações. Também fará parte do banco o material genético de criminosos condenados por violência dolosa, quando há intenção de praticar o crime. Todos os dados coletados serão sigilosos e os perfis genéticos deverão seguir normas constitucionais e internacionais de direitos humanos. Segundo a lei, as informações obtidas a partir da coincidência de perfis genéticos deverão ser co

A Fazenda 5 - "Quanto mais barracos, melhor!" disse o diretor do reality.

Televisão - Nesta terça-feira, 29, às 22h e 15m, estreia na Record o reality show "A Fazenda 5"  . Serão 16 participantes disputando o prêmio de 2 milhões de reais.  Rodrigo Carelli,  diretor geral  do reality, disse: “Para nós, quanto mais barracos, melhor! Mas não interferimos, não existe essa coisa de eles seguirem roteiro”, garantiu o diretor. Já o  apresentador Britto Jr. disse: “Essa edição vai pegar fogo. São pessoas fortes, que não ficam em cima do muro”.  O jornalista aposta na modelo Viviane Araújo - “A Viviane é uma participante explosiva. Uma mulher que enfrenta as dificuldades sem abaixar a cabeça. Acho que ela vai gerar muito conteúdo para o programa”.

"Bullying" contra menores poderá resultar em quatro anos de prisão.

Fique por dentro - Os juristas que discutem o texto do novo Código Penal decidiram tipificar como crime a prática de  bullying   - ato de agredir fisicamente ou verbalmente algum menor de idade, de forma intencional e continuada. O crime foi classificado como "intimidação vexatória" e poderá resultar em até quatro anos de prisão quando o autor for maior de idade. Quando o agressor tiver menos de 18 anos, o  bullying  será considerado ato infracional e, de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente, o autor receberá medidas socioeducativas, como prestação de serviços, acompanhamento e internação. Para que o crime seja tipificado, é preciso ficar provado que houve sofrimento da vítima a partir de uma pretensa superioridade do autor da violência. *Com informações da Agência Brasil.